segunda-feira, maio 11, 2009

a janela, como tópico por si só, e a janela concretamente considerada. caeiro pelos lábios do luís miguel cintra. o pormenor do pé em ponta, num dos abraços de despedida entre luísa e macário, pela candura do erotismo à século XIX. a fala da harpa, as cordas da harpa. a austeridade descongelada do tio francisco. desculpe-me, manoel, só me custou um pouco a elocução inicial, quer de macário, quer da confidente desconhecida - leonor silveira. no início, aquela fluidez era de leitura ou recitação, não tanto de conversa casual.


2 Comments:

Blogger João Henrique Alvim said...

o que sentiste quando o luis miguel cintra leu caeiro ? que versos são, recordas-te?
fiquei curioso, se me quiseres ajudar :)

bjs

19 maio, 2009 22:19  
Blogger icendul said...

explico-te tudo com um mp3 dos wordsong, onde está transcrito um dos excertos do que foi lido:)

23 maio, 2009 18:59  

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