sábado, abril 11, 2009

encontrar a palavra que corporiza o intento. procurá-la bem, isto é, não demorar muito a escolhê-la, para que tal não deforme o caroço do que se quer. escrevê-la no vidro da janela, com a ponta de um dedo, seja ele o indicador ou outro dos cinco. não importa se a tela de retaguarda, o céu atrás do vidro, é dia claro ou grisalho. gravá-la de encontro a um plano alto, que não se encerre dentro de casa, ainda que a tenha parcelarmente por moldura.

1 Comments:

Blogger lupuscanissignatus said...

ama.
durecer

o

verbo

18 abril, 2009 00:19  

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